O Sangue dos Vampiros - clique aqui

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Livro Luar de Sangue da autora Dione M. S. Rosa

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sexta-feira, 27 de junho de 2014

E-book - A Deusa dos Vampiros - passa de 5 mil downloads


Uma história de erotismo e romance e ficção científica

Com mais de 5 mil downloads. o e-book "A Deusa dos Vampiros" é uma obra imperdível que faz muito sucesso pela internet. A história conta que uma Deusa Vampira invade o planeta terra a procura de um Lord para reinarem juntos em seu mundo. A história é de Ficção Científica e tem muita Ação, Aventura e Sedução.

O link para baixar este e-book é - http://www.overmundo.com.br/banco/a-deusa-dos-vampiros-por-adriano-siqueira

O Silêncio da Vampira



O Silêncio da Vampira
por Adriano Siqueira 

Desligue o som.
Não diga nada.
Apenas sinta.
Acredite...
Só no silêncio
me conhecerá melhor.

Só no silêncio
você vai realmente me ouvir.

Só aqui,
neste silêncio,
estaremos realmente juntos
compartilhando calados.
Nossa verdadeira união.

Sou assim... quieta e paciente.
Uso apenas meu coração,
Que é pequeno perto do seu,
e meus olhos...
Que geralmente embaçam.

Mas cuidado.

Meu silêncio é tão cativo
que poderá deixá-lo...
Sem palavras.

quinta-feira, 26 de junho de 2014

A magia e a escuridão, a história de um vampiro e uma bruxa

A magia e a escuridão, 

a história de um vampiro e uma bruxa

Por: Adriano Siqueira



Eu gostava de caçar monstros à noite, e sabia que a floresta tinha vários deles. Peguei meu cavalo e minha espada. Estava também com meu misterioso manto negro. Saí do castelo, andei alguns quilômetros, mas não encontrei nenhum monstro. Quando escuto um aviso, era como se viesse de dentro de mim.
— Cuidado, ele está atrás de você!
Virei-me para enfrentá-lo. Ele gritou, o que fez meu cavalo se assustar. Caí, e minha espada escapou para longe de mim. Era meu fim. Eu estava suando muito. De repente, duas bolas azuis e enormes foram lançadas na direção do monstro e explodiram ao atingi-lo... Fui me proteger do impacto, pois sabia que se fosse água, eu estaria em maus lençóis. A água é um elemento prejudicial a seres como eu. Com a explosão, o monstro caiu, recuperei minha espada e terminei o trabalho cortando-lhe a cabeça.
De onde teriam saído estas bolas gigantes? E quem entrou na minha mente para me avisar do perigo?
Isto era magia, sem dúvida, mas de quem? Já enfrentei bruxas antes.
Bonitas e feias, mas todas extremamente perigosas. Tenho receio de algumas, pois eu sou um vampiro e elas sabem usar seus poderes hídricos, o que para mim seria fatal.
Meu corcel se machucou na batalha. Tive de abandoná-lo e seguir o resto do caminho andando.
Mas... o que é isto?! Uma águia! E quase arrancou minha cabeça... Ela pousou no meu corcel.
Suas feridas cicatrizaram de imediato... Mais magia!
Pelo menos, ele se recuperou.
Seguindo novamente em minha montaria, encontrei uma plantação de rosas no meio da floresta. Não sou muito fã dessas flores, pois elas geralmente fazem parte de religiões. Mas confesso que aquelas cores vermelhas misturadas com a lua deram um tom diferente.  Cheguei mais perto para averiguar... Uma delas se enroscou em minha mão... Saiu do meio daquela plantação um bruxo... E foi logo dizendo:
Lord Dri, meu nome é Pedrunsk Barkos e eu o proíbo de ir em frente, pois vários monstros que eu criei você destruiu! Sou o único bruxo que pode com seus poderes de vampiro e irei destruí-lo!
Já com a espada em punho e pronto para cortar aquela cabeça, coloquei-me em posição de batalha.
— Nada neste mundo me fará esquecer tal maneira arrogante com que se dirigiu a mim! — avisei. — Pois eu sou o Lord Dri, senhor das batalhas e das conquistas, e você não é nada a não ser um homem sem honra escondido em plantas! Saia daí e me enfrente!
Com uma gargalhada, o bruxo desapareceu. Mas deixou alguns amigos para me fazer companhia.
Nunca vi nada igual aquilo... Fantasmas com armas. E seus rostos... Não! Eu não conseguia olhar. Estava com medo. Talvez alguma magia que o amaldiçoado bruxo me lançou! Medo era um sentimento humano...
Agora apavorado, cobri meus olhos com um braço e comecei a balançar a espada de um lado para o outro. O mais estranho é que meu corcel estava quieto como se não houvesse nenhum perigo aparente. Seria tudo uma ilusão?
Ouvi um som de correnteza... Mas como? Eu sabia que não havia nem lagos nem rios naquele lado da floresta. O barulho aumentava e, quando olhei, achando que seria engolido pelo mar, todos os fantasmas haviam sumido! E nada de água... Fui vítima de uma ilusão.
Avancei mais pela floresta. Já não queria mais caçar monstros... Só estava mesmo curioso com todas estas magias e bruxos.
Aquela águia estava voando acima de mim... O que será que havia de tão especial naquele pássaro? Fui seguindo-o com os olhos. Nós, vampiros, podemos ver muito bem no escuro. Estranho... A águia se dirigiu a um castelo que eu nunca tinha visto antes naquelas terras... Seria outra ilusão daquele bruxo?
Três palavras entraram em minha cabeça e eu não consegui entender seu significado:
— Tire o amuleto!
O castelo deveria ter todas as respostas.
Após entrar no pátio, desci do cavalo. Coloquei em punho a minha espada e segui para o interior da construção. Passei pelo hall e decidi subir uma ampla escadaria. Não encontrei ninguém pelo caminho.
Tudo o que existia de mais sagrado em bruxaria deveria estar lá!
No pavimento superior, entrei em um quarto sombrio e úmido. A águia estava na janela e praticamente me dizia que aquele era o lugar exato.
Havia uma cama e em cima dela, um balde de ouro com água. E na água... Um amuleto!
Peguei o amuleto com a espada. A água começou a se aquecer. Fiquei nervoso... Não sabia o que estava acontecendo... Odeio ficar nervoso. Joguei o amuleto no chão. A águia voou até ele e o levou embora.
O vapor da água estava me sufocando e eu pude, naquele momento, ver todas as batalhas de que participei passarem na minha mente.
Meus olhos estavam embaçados quando apareceu alguém na minha frente.
Acho que era uma mulher. Nua. Comecei a levitar e desci, deitado, em um lugar macio.
Ela estava em cima de mim. Senti o seu corpo colado ao meu, mas estava tendo visões estranhas. O quarto se enchia de sangue por todos os lados. As paredes, os móveis... Apareciam luzes brancas em toda parte... Ela me disse:
— Preciso de você! Preciso...
Senti minha energia de vampiro enfraquecer tanto que conseguia beijá-la sem sentir meus caninos. Mal conseguia me mover. E... Eu estava querendo mais e mais, até que tudo voltou ao normal e ela me empurrou.
— Chega! — dispensou. — Já tenho poderes suficientes!
Ela se virou para a janela:
— Minha águia deve ter levado aquele maldito amuleto que me aprisionava!
Suas roupas apareceram do nada... Era como se o vapor daquela água se transformasse em roupas.
— Nunca imaginei que vampiros tivessem tanta energia — comentou.
E sorriu para mim:
— Meu nome é Shy. Eu era a bruxa mais poderosa até o maldito Pedrunsk Barkos tomar o meu espelho secreto.
Eu estava um pouco confuso. Levantei-me da cama.
— Olha aqui, bruxa, não tenho nada com isto e não vou ficar aqui nem mais um minuto. Passei a noite inteira para cá e para lá, enfrentando até temores humanos e minha energia sendo sugada só para tirar um amuleto de um balde?
— Pois o senhor está livre, Lord Dri! Sim, sei seu nome. Foi praticamente eu quem o trouxe aqui. Mas pode ir embora e leve esse balde de ouro como recompensa.
Ela realmente se ofendera com meu desabafo.
Foi quando olhei para porta e uma enorme sombra apareceu. Pedrunsk Barkos.
— Não, meus caros amigos — rosnou ele. — Ninguém sairá deste castelo. E aquele é meu espelho agora, cara Shy.
— Está vendo, Lord? — disse ela. — Vá embora enquanto eu enfrento essa coisa medonha.
— Vá nessa Shy! — foi minha vez de me sentir ofendido. — Eu não saio sem dar uma surra nesse safado.
No mesmo instante, Pedrunsk fez surgir um monstro em nossa frente. Um monstro de metal... Enorme!
Enfrentei-o, destemido como de costume. Mas minha espada não penetrava em sua couraça. Eu estava sem saber o que fazer quando Shy jogou uma bola de energia azul na espada.
— Agora, Lord! Use seu poder!
Olhei para a lua e meus olhos pegaram fogo. Um raio surgiu e tomou a espada, transformando-a numa arma reluzente.
Comecei a cortar o monstro em pedaços, e pouco a pouco ele foi desaparecendo.
Quando olhei para os lados procurando Shy, não vi mais ninguém naquela sala.
Saí desesperado atrás dos bruxos.
Numa das janelas do corredor, avistei meu cavalo, inquieto. Ele espiava algo assustador que acontecia numa das torres do castelo.
Fui correndo ao topo e, quanto mais perto chegava, ouvia sons cada vez mais intensos. Era um duelo mágico.
Isto tinha de acabar... Foi quando vi um espelho no chão. Pedrunsk o deixara cair. Peguei o objeto que eles diziam ser tão especial.
— O espelho agora é meu e o usarei para levar você ao inferno, seu bruxo idiota! — gritei.
— Não faça isso! — ele brigou. — Seu tolo, você não sabe o que esse espelho pode fazer! Ele pode transformá-lo em humano novamente!
Pedrunsk negociava.
Aquelas palavras me deixaram paralisado. Seria verdade que o espelho era mesmo tão poderoso?
— Quebre o espelho, Lord! — aconselhou Shy.
Não consegui reagir... Estava vendo minha forma humana no reflexo do espelho.
Shy olhou para a águia... Ela voou até meu cavalo.
Neste momento, uma luz envolveu os dois animais e ambos se transformaram em um centauro alado, que voou em minha direção. E, sem que eu fizesse nada para impedir, arrancou o espelho de minhas mãos para levá-lo à lua.
— Malditos vampiros e bruxas! — xingou Pedrunsk. — O meu poder... Meu poder!
Shy criou uma névoa em forma de águia, que o carregou para o alto. Ele se debateu até que, finalmente, explodiu.
A bruxa olhou para mim.
— Seu cavalo estará bem — avisou. — Eu o mandarei de volta para seu castelo.
Aproximou-se de mim e me deu um beijo.
— Para um vampiro até que você foi bem valente...
Eu estava gostando da ideia de ficar assim, tão perto dela. Sorri.
Ela, porém, levantou as mãos.
— Olha a água! — disse, zombeteira.
Eu me assustei e me afastei, a oportunidade para que ela desaparecesse na névoa... Ouvi sua risada.

Ela realmente gostava de brincar.

quarta-feira, 25 de junho de 2014

Próximo ao prazer



Próximo ao prazer
Por: Adriano Siqueira

Quando a vi passar pela roleta segurando o celular não pude me conter. Tinha que saber o seu nome.
Me aproximei e tentei ouvir a conversa.
— Sim... Ele está bem fácil de levar...
Foi a única coisa que ouvi. Tive que usar o meu plano para ter a sua atenção.
Peguei minha agenda e escrevi que era linda e que adoraria convidá-la a tomar algo.
Embora ficasse surpresa, aceitou.
Estávamos no bar quando me disse para ir ao banheiro e esperar por ela.
Logo que entrei, veio correndo, rasgou a minha camisa, abaixou a minha calça e beijou todo o meu corpo. Quando vi os seus caninos pontiagudos já era tarde demais. Já estava grudada no meu pescoço.
Ferido. Eu estava sem forças e fiquei caído no chão do banheiro praticamente nadando no meu próprio sangue e esperando por ajuda.
Ela pegou o celular e disse...
— Não te falei que era fácil demais. Vamos achar outro.


terça-feira, 24 de junho de 2014

A GRANDE CHANCE - Contos de Vampiros - Adriano Siqueira




A Grande Chance
Um conto de vampiros
Por: Adriano Siqueira


Melissa... Um nome que, para mim, significava tudo. 
A garota mais linda da minha classe. Loira, cabelos longos, um sorriso lindo, tinha uma pinta bem do lado esquerdo em cima da boca. Quando ela colocava um batom vermelho e pintava as unhas com cores claras e colocava aquelas flores de decalque era difícil não reparar em seus gestos É como se posasse o tempo todo para as câmeras. Coisa de filme mesmo. 
─ Hoje eu irei encontrá-la. Finalmente consegui convencer meu amigo a organizar uma festa para nos encontrarmos. Uma dança! Esse é meu plano. Quando ela estive na pista irei dar um toque para o DJ, que é o meu amigo Tito, para rapidamente colocar uma musica e assim poderei convidá-la para dançar. Um plano que nunca falha. Quando eu dar o beijo fatal eu vou mostrar o anel que comprei para a gente ficar juntos. Podem não acreditar, mas quando eu vi esse anel, eu vi o rosto dela. 

─ Nossa! Fiquei sonhando com o meu plano e já estou atrasado! Prometi que estaria lá as 19:30hs e já é 19:45hs E a droga da minha irmã não sai do banheiro!

─ Já saí! É todo seu. 

─ Sai! Sai da frente... 

─ Mãe! Olha o Cacá de novo. 

─ Menino! Toma juízo ou fica de castigo a noite toda. 

─ Tá bom! É rapidinho mãe! Hoje é muito importante. 

─ Sei sei! Mais um plano para conquistar a Melissa! 

─ Cala a Boca! 

─ Mãe!!! 

Depois de muita encrenca, eu consegui me arrumar e sair correndo para a casa do Tito... 

Pô! Já era 20hs. 

Ouvi a minha mãe gritando comigo, mas eu estava na rua, correndo. Um carro buzinou e com o susto dei de cara com uma árvore que estava no caminho.
Depois da dor de cabeça por causa da pancada eu continuei no caminho.
A festa tava bem animada. Tão cheia que parte do pessoal estava com garrafas, bebendo no quintal. Deve estar um calor muito forte lá dentro... Eu já estou suando. Esse terno quente que eu havia escolhido não parecia ser uma boa ideia.
Eu estava ouvindo uma música bem daquelas para dançar junto. Cheguei na hora. O Tito deve ter-me visto chegando. Legal! Significa que a Melissa está na festa. Legal! Legal! Tô com a adrenalina a mil por hora. Minhas pernas estão tremendo muito. Tem muita gente. Eu acho que vi o cabelo dela lá no meio da sala. Caramba... Eu vi o Tito no som. Ele estava me dando um sinal... Não entendi! Cadê ela? O anel! Droga! Está no meu bolso... Qual deles? Oras... Vê se isso é hora de ficar procurando anel. 
Quando o pessoal viu que eu estava indo ao encontro dela. Seus sorrisos diminuíam e se afastavam dando maior visão ao centro da sala.... 

─ Achei o anel!

O pessoal ficou me olhando. Eu estava sorrindo quando eu vi a Melissa beijando aquele cara. Um beijo caloroso e que só podia ser dado por alguém muito, muito apaixonado. 
Meu sorriso diminuiu muito. Eu deixei o anel cair. Ficou rodando... não sei pra onde... fiquei olhando e tentando me afastar antes da Melissa me ver. 

─ Cacá! Ela Disse...! Que bom que veio. Queria apresentar meu novo namorado.

O cara estendeu a sua mão em minha frente para me cumprimentar sem tirar os olhos dela. A outra mão estava acariciando seus cabelos.
Eu estava suando. Pelo calor. Não conseguia falar. Senti muito constrangimento. Uma dor no coração que medico nenhum iria curar. Aos poucos, eu consegui dar um aperto de mão. Respirei fundo. Naquela respiração suguei todo o ar da sala. Eu disse: 

─ Estou por ai. 
─ Espere! Ele disse. Junte-se a nós. 
─ O que? 

Ele deu um sorriso e disse: - Você a quer não é? 

─ Qual é a sua cara? Esta noite não está sendo das melhores.

─ Melissa! “Ele diz como se comandasse um exercito.” - Beije o garoto!.
Antes que eu entendesse o que estava acontecendo ela me beijou e gemia passando as mãos no meu cabelo e em meus ombros.

─ Basta! “ Novamente aquela voz forte que era maior que a música que tocava. Ela parou na hora e ficou com um olhar vazio como se nada especial tivesse acontecido. Aos poucos, ela voltou para os braços dele e novamente e sorriu.

─ Porque está me olhando assim Cacá?

─ Você pode ter esse poder. Quantas dessas garotas você se apaixonou e perdeu?

─ Dane-se! 
Eu estava com raiva dele e com raiva do que ele fez a Melissa.

─ Quantas noites você sonhava com planos e oportunidades para conquistá-las?

─ Cara eu não sei o que você fez mas eu não vou deixar você sair livre dessa!

─ O pessoal agia como se nada estivesse acontecendo. Era um pesadelo só podia ser.

─ Eu posso tudo garoto!

─ Eu já disse que não! 
“Segurei o braço dele e disse:
─ Eu a amo Eu a quero da forma correta! Do jeito certo. Entendeu???

O sorriso dele finalmente cessou. Seus olhos eram vermelhos como fogo. Fiquei um pouco sem ar e fiquei tonto até que apaguei no chão.
Estava tudo escuro. Aos poucos eu escutava as pessoas gritando meu nome e minha visão estava muito embaçada, mas eu reconhecia a voz... Era ela...

─ Melissa?!

─ Ainda bem que está bem! Ficamos preocupados sua mãe ligou pra gente te procurando e encontramos você aqui. Me abraça!

Eu fiquei ali no chão abraçando e aos poucos vi finalmente onde eu estava. Perto da árvore que eu havia batido antes de ir a festa. Quando bati, devo ter desmaiado. Tudo deve ter sido um sonho. Ela estava agora comigo. Eu a beijei. E fechei os olhos. Quando abri novamente... Meu coração quase saiu pela boca.
Eu vi o cara novamente... na esquina. Ele estava lá. Me olhando...
Ela viu que me assustei e perguntou porque eu estava assim.
Eu olhei de novo e ele havia sumido. Aliviado, olhei para ela e sorri. passei as mãos no cabelo dela e perguntei.
─ Quer dançar?

─ Sim! Seria ótimo, mas antes... Antes quero me alimentar!

Não tive tempo de reagir. Melissa me mordeu com seus caninos pontiagudos e eu nem tive tempo para gritar. 
Após alguns minutos eu estava no chão. Perdia os sentidos vagarosamente e ainda pude ver aquele homem reaparecendo e abraçando a Melissa. Eu consegui ouvir bem baixo o que ele dizia.

Minha nova namorava precisa se alimentar.

O último som que ouvi, foram das suas gargalhadas.




Por: Adriano Siqueira


segunda-feira, 23 de junho de 2014

Nosferatu Marcado




Nosferatu Marcado
por Adriano Siqueira


Na guerra dos trovões 
Relampejando e tentando iluminar.

Nosferatu marcado.

A mão que convida
O abraço que protege
A fome que domina.
Legião da morte-vida.
Herege.

Vampiro de sangue, 
energia vital do mal, 
da morte-vida, da ordem, 
do filho, do ritual.

Energia que leva o poder.
Mão que jura proteção.
Ritual de Sangue, 
do beijo,do abraço, 
da morte da legião de irmãos.

Nosferatu marcado.

Procura sangue na madrugada fria 
para agradar a juventude perdida, aflita.
Se escondendo com a capa
que destaca seu olhar hipnotizante 
que te deixa no horizonte perdido, inibido.

Ele quer você!
Quer seu sangue, 
seus ossos, seu sexo, 
sua forma de vida, maldita.

Nosferatu marcado.

Do beijo que sustenta
da boca que alimenta
As marcas do vampiro
estão por todo o lugar.

Deixando a ferida ativa.
Trazendo morte-vida 
por onde caminha. 

Nosferatu marcado.

Vida eterna que possui sorrisos 
envelhecidos, indecisos, renegados, 
salientes e mortíferos. 

Nosferatu marcado.

Desejo eterno de sugar a vida. 
Despertos, espertos,
armados com os dentes,
olhando atentamente
e arrancando sem piedade
sua alma e liberdade.

Nosferatu marcado.

Notícia quente, corpo frio
é manhã...
e o vampiro fugiu.

Estou voltando para casa - conto FC



Estou voltando para casa
Por Adriano Siqueira


— Eram 10 horas da noite. Faltava apenas uma esquina para chegar casa. Minhas pernas estavam doendo de tanto andar e o frio não ajudava. Eu estava ansioso para chegar em casa. Queria apenas um bom conhaque e um pouco de conforto.

 Contava os passos para não pensar no frio e nem no cansaço. Quando vi a minha casa dei um sorriso. Que sentimento bom. Eu acelerava os passos. A ansiedade aumentava. 

 Ao chegar no portão notei que poucas luzes estavam acessas. Parecia que a noite seria normal e tranqüila. Minha família. As crianças e a Priscila. Quantas saudades.

 Subindo as escadas da frente da minha casa encontrei a porta da entrada aberta. Achei estranho... Não havia nenhum barulho das crianças. Engoli seco. Andei lentamente. A luz da sala estava apagada. Tinha apenas a luz do corredor acessa. Ouvi vozes... Vinha do quarto das crianças que ficava no andar de cima. Atravessei a sala e subi as escadas e fui lentamente em direção ao quarto. Silenciosamente tentava escutar o que eles falavam. Cochichos... À medida que eu aproximava as vozes aumentavam. Finalmente consegui ouvir claramente a conversa.

 Mãe! Foi o melhor que pude fazer!

 Estamos vendo filha...! Rode logo o programa.

 Certo.

 Fátima! A minha filha! E está bem crescida! Ela estava no computador mostrando um programa para toda a família que estavam lá. Minha mãe, minha esposa e filha. Ela apertou a tecla enter e o programa que parece com um 3D começou a funcionar.

 Aqui mesmo mãe. Hoje faz 10 anos que aconteceu! Foi exatamente assim. O ônibus passa por esta curva na estrada, derrapa e cai na ribanceira. Desgovernado o ônibus bate em uma pedra e o Vovô é o primeiro a falecer. Atingido por um ferro que se desprendeu do banco. Sua cabeça foi jogada para fora do ônibus. 

 Meu Deus? - Do que eles estão falando?
 Quando o ônibus virou Léo foi o segundo a morrer com traumatismo craniano.
 Léo? Meu filho? Meu Deus!!! Que loucura é essa?

 Quando finalmente o ônibus parou... Papai estava sentado no banco em choque e em seguida entrou em coma e assim ele está até hoje. 

 Eu? Em coma? 

 Mãe? Acha que ele volta?

 Esperança Filha! Só temos esperança e muita fé!

 Não pode ser! - Sentei perto da beirada da porta e as imagens do acidente passavam pela minha mente.

 É verdade! Devo estar louco mas é verdade! Eu sinto a minha cama. Sinto meus dedos se mexerem! Estou ouvindo a voz dos médicos...

 Desliguem o aparelho. 

 Tem certeza senhor?

 Sim! A família autorizou!

 Não!!! Não desliguem!!! Eles não me ouvem! Preciso fazer algo. Eu ainda ouço a minha família falar.

 Mãe! Eu sinto ele!

 Oh Filha! O que esta dizendo. 

 Mãe temos esperança não é?

 Eu eu,... Filha eu pedi para desligar!

 MÃE?? Não! 

 Eu queria fazer algo! Mesmo sabendo que elas não me vêem. Eu me encostei no computador e ele apitou deu uma piscada na tela e todos ficaram olhando...

 O meu boneco 3d que estava sentando estático levanta e abre os braços. Minha mãe desmaia na hora e a minha esposa corre para o telefone.

 Não Desliguem nada!... Como?... O médico já está lá! Sim sim eu sei que assinei o papel! Por favor! Eu sei que ele está bem!

 Os aparelhos estavam sendo desligados... Eu sentia isso! É mesmo o fim! Não adiantou nada estar aqui! Não sinto mais o meu corpo. Minha mulher chorava muito. Eu tentei acalma-la. A culpa não era dela. Já havia esperado 10 anos. Eu disse:

 Acalme-se! A culpa não é sua!

 Ela levantou a cabeça... - Ele está aqui! 

 Ela me ouviu! Realmente ela ouviu! - Querida! 

 A voz dele mãe... Ela vem do computador!

 O boneco 3D estava levantando e abaixando os braços. De algum modo ele, agora, era eu!

 Filha... que bom te ver.

 Vejo a minha mãe acordar e chorar de alegria. Eu não sei explicar o que aconteceu. Só sei que voltei para a minha família e agora estamos juntos... 

Para sempre.



Autor
Adriano Siqueira

quarta-feira, 18 de junho de 2014

Provérbio vampiro



Provérbio vampiro

Lembre-se:
Os Vampiros escondidos na penumbra
noturna geralmente são mais sábios e
confiáveis do que aqueles que
se entregam facilmente em seus braços.
Estes últimos, querem apenas o seu
sangue e os que se escondem, depois de
encontrados dividem a sua sabedoria.

By Lord Dri

terça-feira, 17 de junho de 2014

A maldição da lua



- A maldição da lua -


Quando comprei aquele cristal para ela não imaginei que teria tantos problemas.

Após ter colocado no pescoço a mudança foi imediata. Seus olhos brilhavam.

Naturalmente eu imaginava que o adorno tinha combinado com ela.

No dia seguinte um turbilhão de mensagens invadiam seu e-mail, vários homens, todos com propostas de casamento. - Talvez um trote. Ela pensou, porém ao verificar a porta da frente da sua casa placas e cartazes indicavam que o trote já teria passado dos limites.

Quando chegou na sua escola, os meninos a cercavam e os poemas eram declamados.

Ela me ligou para explicar o que estava acontecendo mas não dava para ela falar, as pessoas a sua volta desligaram o telefone para continuar declamando poesias.

Uma mulher me ligou em seguida dizendo que o cristal que eu havia dado era encomenda para outra pessoa. Essa mulher disse que me levaria até a Camila para que tudo fosse resolvido.

Eu fiquei preocupado e fui até o seu encontro.

Ao chegar os homens agrupados em vários grupos procuravam a Camila.

Foi quando falei para a moça que estava comigo que eu sabia onde poderia estar.

Quando vi ela estava escondida na praça onde eu a encontrava no final de semana.

Ela me contou a história do que havia acontecido. Porém, eu não estava dando ouvidos. Ajoelhei aos seus pés e fiquei ali implorando por seu amor. Os olhos dela brilhavam muito. Seu rosto tinha estava iluminado e eu estava completamente embriagado e apaixonado por sua beleza.

Meus olhos estavam embaçados mas aos poucos eu vi a mulher arrancar o Cristal do pescoço dela.

Ela gritava Lágrimas da Lua... Cristal de deuses pra lua deve voltar.

Lançou o cristal para direção da lua desaparecendo no infinito.

A bruxa agora olhava para mim e para Camila dizendo que o pior ainda não havia chegado.

A maldição trazia os homens até a mulher que usa o cristal, caso ela abandone o feitiço transforma todos em lobos devoradores.

Dizendo isso ela desaparece e no lugar dela gritos de lobos por todos os lados.

Lobos para devorar a vitima.

Camila corre e eu tento alcançá-la uivando....



Autor Adriano Siqueira.


segunda-feira, 16 de junho de 2014

Filosofia Vlad - a volta do Caçador Noturno.

Filosofia Vlad - 
uma história de caçador e vampiro
por: Adriano Siqueira




— Estou Cego! Me ajudem!
O garoto passa pela avenida Rebouças com as mãos para frente procurando segurança. Um homem que estava no ponto de ônibus, que é no meio da avenida, corre para socorrê-lo. o garoto abriu os braços e gritou!
— Ele voltou! Vlad voltou!
Antes que o homem pudesse alcançá-lo, um carro o atropela e o lança para a calçada. O garoto é levado às pressas para o Hospital das Clínicas que era bem em frente ao local.
O Investigador Jefferson e sua equipe investigam o caso e verificam que o garoto tinha
aproximadamente dezessete anos, usava roupas pretas e tinta da mesma cor em volta dos olhos. Ele estava cego, seus olhos foram arrancados.
No dia seguinte a comunidade Filosofia Vlad estava com muitas mensagens pertinentes ao pacto do dia anterior e sobre onde estaria Kassius Vlad.
Kassius era um dos maiores pesquisadores sobre Vlad Tepes e também fundador da comunidade Filosofia Vlad.
As perguntas variavam. Algumas eram sobre um provável pacto que haveria na noite anterior com alguns membros da comunidade, mas, não houve respostas.
Ângelo, um prisioneiro contrabandista é chamado para interrogatório pelo investigador Jefferson:
— Você conhece góticos e vampiros. Chegou até a fundar um clã de Rpgistas. Foi preso por contrabando, formação de quadrilha e resistiu à prisão.
— Digamos que burlar o sistema é algo comum hoje em dia e não era uma quadrilha eram apenas meus amigos e não resisti à prisão. Apenas disse que gostaria de terminar o jogo pois meu personagem iria se tornar príncipe de toda a cidade. Isso era importante demais, eu seria preso mas seria um príncipe.
— O que sabe sobre Vlad Tepes?
— O idolatrado Vlad III foi o príncipe da Wallachia. No próprio site do consulado da Romênia, encontramos informações sobre ele. Mesmo àqueles que não apreciam os vampiros, conhecem bem o que ele fez pela nação, pelos seus métodos de tortura usados contra seus inimigos.
— Ele era um ditador.
— Nunca! Ele protegia seu reino! Era um herói!
— Ontem um garoto foi atropelado. Ele vestia roupas iguais as suas. Arrancaram seus olhos.
— Não olhe para mim! Estou preso aqui faz um mês.
— Suas últimas palavras foram Vlad voltou!
— Então os malditos da filosofia Vlad conseguiram!
— Do que está falando?
— Existe um grupo, uma comunidade de estudiosos sobre o tema. Eles procuravam uma maneira de ressuscitá-lo. Lógico que isso é ficção e mesmo que fizessem não daria para saber se Vlad era mesmo um Vampiro.
— Se alguém quisesse imitar este Vlad, arrancar os olhos seria um método dele?
— Claro! Como também escalpelar, estrangular, assar, crucificar, enterrar vivo, etc.
— Veja esta foto.
Ângelo vê a foto de alguém enterrado com apenas a cabeça exposta. Numa outra foto, um
garoto crucificado. Outras fotos apresentavam cenas dantescas, com um garoto sem a pele e
outro decapitado.
— Nossa! Onde foi isso?
— Todas as fotos foram tiradas no cemitério do Araçá.
— Tem muitos vampirólogos por ai, muita gente que conhece o tema. Isso parece coisa
de Serial Killer.
— Não queremos alarmar ninguém e nos lemos os seus trabalhos nos sites. Você
conhece bem isso. Se ajudar ficará livre. Mas não estará sozinho. A policial Aléxia Doro irá
com você.
— Aléxia Mat Doro?
— Sim, ela mesmo, a ex-atriz que fez o primeiro filme brasileiro sobre vampiros. A vampira Lúmina.
— Como ela virou policial?
— Talvez ela conte.
Ângelo sai da delegacia e encontra Aléxia dentro do carro. Ele olha pra ela e diz:
— Pode esquecer, eu não acredito que Vlad voltou.
— Por que não? Parece plausível um país jovem como este sempre separado por classes pobres e ricas. Vlad acabou com as diferenças de classes na sua época e se tornou uma grande potência.
— Lúmina, você deveria ser a primeira a ser contra isso. Foi atriz. Caiu fora quando estava famosa. Virou policial. O que aconteceu? Ficou com medo dos vampiros?
— Isso não é da sua conta! Mas quer saber? Eles existem! Tentaram me transformar e fugi deles.
— Quer saber a minha versão? Você foi a uma casa noturna e o pessoal que conhece
sobre vampiros de energia te assustaram.
— Eu os vi Ângelo. E eu era a escolhida. Eu seria a próxima atriz a morrer para me transformar num deles. E você sabe que muitos atores que interpretavam vampiros morreram misteriosamente.
— Uma teoria interessante.
— Eu fugi deles. Virei policial e larguei minha vida para eles nunca mais me verem nas telas novamente.
— Eu gostava da Lúmina, era cheia de vida...
— Eu só a interpretava! Sou uma mulher comum e aprendi a me defender. Vamos para o local do crime?
— Não! Vamos para uma casa noturna, perto da Praça da República. Eu conheço alguns frequentadores do Filosofia Vlad.
Dentro da casa noturna, no segundo andar, de muitas janelas notava-se as luzes da cidade.
Olhando para baixo eles vêem os portões de ferro da casa noturna com muitas lanças pontiagudas. Por dentro da casa bem no meio da pista de dança, havia um espelho de dois metros. Ângelo e Alexia param em frente ao espelho e ele sorri dizendo:
— Não acredito que acharam o espelho.
— Do que está falando? Isso não é um espelho. Não tem meu reflexo! Deve ser algum
efeito especial...
— Você logo verá.
Um homem vem ao encontro do Ângelo.
— Olha quem saiu da cadeia!
— Thomas! Rapaz quanto tempo — diz Ângelo sorrindo. — Então você conseguiu o
espelho!
— Eu lhe disse que existia. Era só questão de tempo.
Alexia se intromete no assunto e conversa:
— Deve ter custado uma fortuna para um simples dono de casa noturna. Mesmo com efeito especial este espelho parece muito antigo para o seu dinheiro!
Thomas olha para Ângelo e pergunta quem é ela. Ele responde:
— Lembra da Lúmina e do primeiro filme sobre uma vampira espiã?
— Não acredito? E você me fala agora? Eu podia ter colocado isso no flyer. A casa iria lotar.
— Ela é discreta! Não aprecia os fãs. A propósito, ficou sabendo do Vlad?
— Ângelo, não acharam somente o espelho. O medalhão da Ordem do Dragão também!
— Com quem está?
— Com o pessoal da Filosofia Vlad! Quer dizer, com o pessoal que ainda está vivo!
Parece que eles foram curiosos demais.
— Kassius Vlad não foi encontrado morto entre eles.
Neste exato momento, uma voz corta a conversa.
— Me procurando Ângelo?
Lúmina fica arrepiada. Ângelo olha para Kassius e logo vira para o espelho. Ele relaxa e sorri.
— Por um segundo acreditei na lenda que este espelho só refletia vampiros.
— Oras Ângelo. Sabemos que vampiros são coisas do passado.
Thomas pede licença e volta para a mesa de som onde estava uma DJ: uma mulher alta de cabelos vermelhos. Ele fala algo em seu ouvido assumindo o som enquanto ela desce para falar com eles. Aléxia vê a imagem da DJ no espelho. Ela respira fundo e confere a sua arma mesmo sabendo que não adiantaria nada para um vampiro. Ela tenta avisar o Ângelo mas ele a ignora. A DJ abraça Kassius e passa a língua em sua orelha. Ela olha para o Ângelo e pisca para ele. Ângelo faz a sua saudação:
— Katrin! Deixou de usar a roupa vermelha. Agora é apenas a cor do seu cabelo.
— Ângelo. Vampiras nunca devem usar a mesma cor de roupa. Isso desperta atenção.
— Onde está Sandra?
— Sandra voltou da Europa à pouco tempo. Foi ela quem trouxe o espelho e o medalhão! No momento ela está fazendo a decoração no terraço Itália.
Aléxia sacava a arma e apontava para Katrin e Kassius.
— Já chega! Onde está o medalhão?
Kassius começa a rir e responde:
— Katrin, ela pensa que ainda é a Lúmina.
— Então está ai a covarde que fugiu dos escolhidos. Que ótima oportunidade de mostrar para eles o quanto estavam errados em escolhê-la.
— Espere Katrin! — dizia Ângelo. — Não deixe que ela a desafie. Você é uma vampira. Não precisa disso.
— Não se preocupe Ângelo... Só quero tirar uma foto segurando a cabeça dela.
— Alexia vê que o espelho estava apenas pendurado por uma corda. Ela atira na corda e o espelho se espatifa no chão. Katrin agarra o pescoço da Alexia e a derruba. Alexia pega uma parte da madeira do espelho e enfia no peito dela. Ela grita até que explode.
— Kassius tenta fugir mas Ângelo o agarra. Eles lutam até que o Ângelo encontra o medalhão escondido na roupa dele. Kassius grita:
— Não! Este medalhão é o meu poder. Eu me torno Vlad. Eu sou Vlad!
— Você matou todos até aqueles que acreditavam em você!
— Eles eram tolos e covardes! Mereceram morrer! Vlad jamais os aceitaria. Eu sim!
— Imitou Vlad mas esqueceu o principal foco do seu apelido... Mas vamos corrigir isso agora mesmo!
— Não! Por favor! Eu tenho um reino e muitas riquezas. Poderemos ser os donos dos vampiros!
— Ângelo leva Kassius até a janela e o joga sem piedade, fazendo ele ser atravessado pelas lanças mortíferas que estavam nos portões.

Empalar: uma morte digna de quem tentou imitar Vlad o Empalador.

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